Se o seu médico pediu a medida do colo, ou se você leu a palavra curto num laudo e o chão sumiu, comece por aqui: essa medida é feita justamente porque, quando o colo se encurta, existe uma janela em que dá para agir. Ela não cria o problema. Ela encontra a tempo o que antes só aparecia tarde demais.
Escolher quem vai acompanhar uma gestação é decisão de confiança, e confiança não se promete, se conta. Estas são experiências de quem já fez essa escolha, escritas por elas mesmas.
Meu marido eu escolhemos a Medfem muito por conta do material de divulgação e dos comentários muito positivos, então nada mais justo participar agora, hehe. O ambiente da clínica é muito acolhedor, assim como a Fernanda, que nos recepcionou maravilhosamente bem, tanto pelo whatsaap quanto presencialmente. Fomos atendidos no horário pelo doutor Hector, profissional competente e muito simpático, nos deixou super à vontade. E o exame foi demorado pq minha bebê não queria colaborar muito em aparecer, mas ainda assim ele teve o jeito e muita paciência para conseguirmos concluir. Recomendaria de olhos fechados, o preço é ótimo e vale super a pena a lembrança. Fiz ontem meu exame e ontem mesmo já tinha o laudo, vídeos e fotos.
O Dr. Hector dispensa comentários. O melhor atendimento do mundo!!! Eu e minha esposa amamos cada detalhe e toda atenção. Obrigado por tudo ao Dr. e a toda equipe ♥️
Fizemos todo o acompanhamento da gestação da minha filha e o parto com o dr Hector e sua equipe e tudo que posso falar é que sou extremamente grata por tudo!! Dr Hector e sua equipe são incríveis! Eu poderia ficar um tempo aqui só falando coisas boas! O acompanhamento da gestação da minha filha e o parto foram sonhos realizados, uma benção que trouxe paz pro meu coração diante de tantos medos… Eu e meu marido somos muito gratos 🙏🏻 Dr Hector e equipe, que Deus abençoe sempre vocês e que o consultório MedFem continue sempre oferendo o melhor pois isso fez e faz toda diferença. Muita muita muita gratidão 🙏🏻 ❤️❤️❤️
Desde o primeiro atendimento foi um show de gentileza. O local é seguro e extremamente limpo/ organizado. O flow do agendamento ao pagamento é rápido e objetivo. As consultas / exames são primorosos e demandam um atendimento cadenciado que qualquer gestante sonha em receber. Enfim, um investimento certo com a surpresa de lhe dar com pessoas (secretárias e médico) humanos e eficientes. Agradecemos de forma específica ao Dr Hector Burbano que sinceramente prática a medicina porque ama e trata seus pacientes de forma próxima e calorosa sem perder de vista seu profissionalismo e expertise.
Extremamente satisfeita com o atendimento realizado, desde a recepção . O Dr Hector foi como um anjo em nosso caminho, e com sua extrema competência , nos deixou bem confiantes e tranquilos para enfrentar uma gravidez um pouco mais difícil.. Fora o equipamento de última geração , que foi crucial no resultado do exame! Nota 1000 em tudo! Que Deus o abençoe e recompense nessa linda missão que ele exerce na medicina.
Mostramos as mais recentes, sem escolher as melhores.
O colo do útero é a parte mais baixa do útero, a que se conecta com a vagina. Durante quase toda a gestação ele fica fechado e firme, e só perto do nascimento começa a amolecer e a encurtar. É assim que deve ser.
O que o exame faz é medir o comprimento desse colo. É uma medida, não um exame separado: ela acontece dentro do ultrassom transvaginal, leva segundos e é feita com a bexiga vazia, sem preparo nenhum e sem dor.
O que se procura é um encurtamento que esteja acontecendo cedo demais, antes do momento em que ele faria sentido. Não é o tamanho em si que conta a história, é o tamanho no contexto de quantas semanas você tem, do que já aconteceu em gestações anteriores e de quantos bebês estão ali.
Esta é uma das buscas mais frequentes sobre o assunto, e a resposta honesta é desconfortável: na maioria das vezes, o colo se encurta em silêncio. Sem dor, sem sangramento, sem nada que você pudesse ter percebido e não percebeu.
Isso costuma vir acompanhado de uma culpa que não tem cabimento. Não existe algo que você deveria ter sentido. É por essa ausência de aviso que a medida existe: ela substitui um sintoma que não vai chegar por uma informação que chega antes.
Existem, sim, sinais que pedem atendimento imediato em qualquer gestação, e vale conhecê-los. Nenhum deles significa necessariamente colo curto, e a leitura correta é a oposta: são motivos para ser avaliada, não para se autodiagnosticar.
Se algum desses aparecer, procure atendimento no mesmo dia. Não espere a próxima consulta marcada e não tente decidir sozinha se é grave.
A pergunta que quase toda mulher digita depois de receber esse laudo é se o colo pode voltar a crescer. A resposta sincera é que o encurtamento não costuma se desfazer sozinho, e prometer o contrário seria enganar você numa hora em que você precisa de informação de verdade.
Mas essa não é a informação mais importante, e é aqui que a maioria dos textos para. O que muda o rumo não é o colo voltar ao que era. É o que passa a ser feito a partir do momento em que a medida aparece.
Existem condutas para essa situação, e elas vão de medicação a procedimento, como a cerclagem. Qual delas se aplica ao seu caso, ou se alguma se aplica, depende de quantas semanas você tem, do seu histórico, de quantos bebês são e do conjunto do que está sendo acompanhado. Essa escolha é do médico que acompanha a sua gestação, feita com você e explicada com tempo, e não algo que se decide por um número lido na internet.
O que se pode dizer com segurança é o seguinte: uma medida curta identificada cedo abre opções que uma medida nunca feita não abre. Foi para isso que ela foi pedida.
Esta é uma decisão editorial deliberada, e ela merece explicação em vez de silêncio.
O valor considerado adequado muda conforme as semanas de gestação, conforme o seu histórico obstétrico e conforme a gestação seja de um bebê ou de mais de um. O mesmo número pode ser tranquilo em uma situação e pedir acompanhamento em outra. Publicar um valor solto transformaria esta página numa máquina de susto, com mulheres comparando o próprio laudo com um número que talvez nem se aplique a elas, num sábado à noite, sem ninguém para explicar.
O lugar do número é no laudo, ao lado da sua idade gestacional e do seu histórico, com o médico que examinou você conversando a respeito. Aqui, o exame é feito por quem também acompanha gestações, então essa conversa acontece na mesma sala, logo depois da medida, e não semanas depois com outra pessoa.
Na gestação que segue bem, a avaliação do colo costuma acontecer junto com o morfológico do segundo trimestre, entre 20 e 24 semanas. É a janela em que a informação ainda é útil, porque dá tempo de agir sobre ela.
Quando há histórico ou quando a primeira medida chama atenção, o exame passa a ser repetido em intervalos definidos pelo seu caso, para acompanhar se algo está mudando e em que ritmo. Nessas situações, o que importa não é uma medida isolada, é a comparação entre elas ao longo das semanas.
Esse acompanhamento mais próximo faz parte do que se descreve na página de pré-natal de alto risco.
Toda gestante pode ter o colo avaliado, e em várias situações essa medida deixa de ser rotina e passa a ser prioridade. As mais comuns são estas.
Se algum desses pontos é o seu caso, mencione logo na primeira consulta do pré-natal. Ele muda o calendário de exames desde o começo, e não a partir do momento em que alguém pergunta.
Esse medo é comum e merece resposta direta: o ultrassom transvaginal é feito rotineiramente durante a gestação e não provoca aborto, sangramento nem trabalho de parto. O transdutor avalia o colo por fora dele, sem atravessá-lo.
Não há preparo, não há jejum, e o exame é feito com a bexiga vazia, ao contrário do que muita gente imagina. A medida em si leva segundos, dentro de um exame que também já está avaliando o resto.
Se a ideia do exame ainda incomoda, e é absolutamente legítimo que incomode, a página do ultrassom transvaginal descreve o passo a passo inteiro, do que você veste ao que acontece na sala.
O Dr. Héctor é ginecologista e obstetra com atuação em Medicina Fetal, certificado pela Fetal Medicine Foundation de Londres, e o exame é feito por ele, em aparelho GE Voluson Expert 22, não por um técnico. Numa medida como essa, em que a interpretação depende inteiramente do contexto da sua gestação, isso deixa de ser detalhe.
Na prática significa que a sua dúvida é respondida ali, na hora, por quem viu a imagem. E se você faz o pré-natal no mesmo lugar, a medida entra direto no acompanhamento, sem virar um laudo que você carrega de uma sala para outra esperando alguém explicar.
Os valores, assim como as condições de convênio e de reembolso, são informados diretamente pelo WhatsApp do consultório. Informe em quantas semanas você está e se já teve parto prematuro ou perda em gestação anterior: essas duas informações definem a urgência do agendamento.
Atendimento na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, com agendamento pelo WhatsApp.
Na maioria das vezes, não. O encurtamento costuma acontecer em silêncio, sem dor e sem sangramento, e é exatamente por isso que a medida por ultrassom existe. Pressão na região baixa, cólicas ritmadas, mudança importante no corrimento e qualquer sangramento pedem atendimento no mesmo dia, mas nenhum deles significa necessariamente colo curto.
O encurtamento não costuma se desfazer sozinho, e seria desonesto prometer o contrário. O que muda o rumo não é o colo voltar ao que era, é o acompanhamento que passa a existir a partir do momento em que a medida aparece. Identificar cedo abre opções que uma medida nunca feita não abre.
Não existe um número único que sirva para todas. A referência muda conforme as semanas de gestação, o histórico obstétrico e o número de bebês na gestação. Por isso esta página não publica valores: um número fora do seu contexto gera susto, não informação. Ele deve ser lido junto com o seu caso, pelo médico que examinou você.
Na gestação que segue bem, a avaliação costuma acontecer junto com o morfológico do segundo trimestre, entre 20 e 24 semanas. Quando há histórico de parto prematuro, perda no segundo trimestre ou gestação de gêmeos, a medida começa antes e passa a ser repetida em intervalos definidos pelo caso.
Não. Ele é feito rotineiramente durante a gestação e não provoca aborto, sangramento nem trabalho de parto. O transdutor avalia o colo por fora, sem atravessá-lo. Não há preparo nem jejum, e o exame é feito com a bexiga vazia.
Não necessariamente. Existem condutas diferentes para essa situação, que vão de medicação a procedimento, e qual delas se aplica depende das suas semanas, do seu histórico, de quantos bebês são e do conjunto do acompanhamento. Essa decisão é do médico que acompanha a sua gestação, tomada com você e explicada com tempo.
A avaliação do colo faz parte da rotina do morfológico do segundo trimestre, e é justamente em quem não tem histórico que ela costuma trazer a informação inesperada. Quem já teve parto prematuro, perda no segundo trimestre, gestação de gêmeos ou cirurgia prévia no colo tem um motivo a mais para medir antes e com mais frequência.
Nenhum. Não há jejum, e o exame é feito com a bexiga vazia, ao contrário do ultrassom feito por cima da barriga. Se você tiver laudos de exames anteriores, principalmente com medidas do colo, leve: a comparação entre eles costuma valer mais do que uma medida isolada.
Atendimento na Barra da Tijuca, com o mesmo médico do início ao fim do acompanhamento. Fale diretamente pelo WhatsApp e tire suas dúvidas antes de marcar.
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